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Gestão Universitária

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Universidades brasileiras descobrem o SL PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Tiago Muriel Cardoso   
Qui, 23 de Agosto de 2007 21:00
Aposto que a maioria dos leitores da Gestão Universitária entraram nesse artigo por conta do desconhecimento da sigla SL. Essa sigla é a abreviação para SECOND LIFE.

Second Life é uma plataforma virtual onde as pessoas podem ser o que quiserem. A CNN definiu a plataforma dizendo "em Second Life, basta um teclado e um mouse para realizar os desejos mais íntimos do seu coração". Como tudo na internet, o Brasil já ganhou um grande destaque, sendo o terceiro país no ranking mundial dos usuários ficando atrás somente dos Estados Unido e Alemanha. Hoje, quatrocentos mil brasileiros já possuem uma "segunda vida" e a previsão dos diretores da plataforma e que a participação brasileira será de dois milhões até fevereiro de 2008.

Você, caro leitor, deve estar pensando... "o que eu tenho a ver com isso?", e eu vou te dizer! Você, como pessoa ligada ao ensino, deve estar atento às novas possibilidades. Empresas como a TAM, Nokia, Unibanco, Bradesco e cartões de crédito já estão entrando nesse novo mercado. A Volks, antes de lançar o Jetta em suas concessionárias físicas, já havia feito mais de trinta mil test drives no Second Life. A IBM irá investir dez milhões de dólares neste novo espaço Virtual.

E no mercado educacional, saiba que as Universidades de Harvard e Stanford já estão presentes nesse mundo virtual e que algumas instituições brasileiras começam a se sensibilizar para esse mundo.

Em nota, o Second Life Brasil informou que fará uma reunião com alguns professores de universidades brasileiras (UFMG, UNB, USP, Cásper Líbero e Mackenzie) ainda em agosto para a discussão sobre as possibilidades de negócios. A reunião será na USP.

Na verdade, não sabemos ao certo até onde vamos ou em que ponto chegaremos. Mas as instituições de ensino deverão passar por uma reformulação muito grande para receber alunos que sempre viveram em um mundo onde o virtual está mais presente que o real. As instituições deverão atentar para um mundo onde a distância não existe e que estudar aqui em uma Universidade Federal ou em Harvard, Stanford não haverá mais a barreira territorial. Diplomas? Estes sim poderão não ser reconhecidos ou aceitos, mas o conhecimento será disseminado. A pergunta que fica é: até quando o título valerá mais que o conhecimento?

 
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