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Abigail França Ribeiro
 
Abigail França Ribeiro
Bom estar de volta à Rede Mebox. Difícil é ouvir que haverá mudança de Ministro da Educação!!!
4 anos atrás

Quem sou

Informação básica

Sexo
Feminino
Aniversário
07/03/1947
Sobre mim
Sou professora. Consultora de Instituições de Ensino Superior. Sócia fundadora e Diretora da CONSAE - Consultoria em Assuntos Educacionais

Informações de contato

Telefone fixo
(31) 3494 3011
Estado
Minas Gerais
Cidade
Belo Horizonte
País
Brasil

Grau de instrução

Colégio / Faculdade / Universidade
FAFI - FEIT - Ituiutaba/MG
Ano de graduação
1973
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Luiz Carlos dos Santos Desigualdade Socioeconômica no Brasil: uma possível saída via ações compensatórias. Luiz Carlos dos Santos A desigualdade socioeconômica vem ocorrendo em vários países. A posição do Brasil situa-se no 20º lugar, conforme Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH), de 2012, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Obviamente, a desigualdade em foco constitui-se em um problema contemporâneo, que atinge a maioria das nações menos desenvolvidas. Registre-se que um país tem pobreza quando existe escassez de recursos ou, apesar de haver um volume aceitável de riquezas, elas estão mal distribuídas. O Brasil, por exemplo, não é um país pobre, e sim uma nação desigual. De acordo com Sady Sidney Júnior (RBA, 2011), a pobreza existe quando um segmento da população é incapaz de gerar renda suficiente para ter acesso sustentável aos recursos básicos que garantam uma qualidade de vida digna: água, saúde, educação, alimentação, moradia, renda, cidadania, entre outros. Cabe salientar que o Brasil é um dos primeiros do mundo em desigualdade social – 1% dos mais ricos se apropria do mesmo valor que os 50% mais pobres. A renda de uma pessoa rica é 25 a 30 vezes maior que a de uma pessoa pobre (RBA, 2011). Para se ter uma dimensão desse dado, registre-se que na Suécia, a diferença entre ricos e pobres é de, no máximo, seis vezes. Ressalte-se, nessa perspectiva, que a renda média brasileira é seis vezes maior que o valor definido como linha de indigência. Em suma, se a renda brasileira fosse igualmente distribuída, estaria garantindo a cada pessoa seis vezes aquilo de que necessita para se alimentar. Infere-se, pelos estudos procedidos, que a pobreza é o maior problema de um país – isto é decorrência direta da situação econômica vigente ou acumulada ao longo da história de estagnação, de desemprego, de falta de investimentos na economia e, sobretudo, da falta de políticas públicas. É um problema de gestão pública, na medida em que não promove um crescimento harmonioso e equilibrado. O cenário da pobreza aparece nos momentos de mendicância; com a formação incessante de favelas, onde diuturnamente se observa filhos chorando por falta de alimentação; pessoas querendo trabalhar e não há emprego; moradia insuficiente para os cidadãos, etc. Pergunta-se: há igualdade, no Brasil, perante a Lei? A resposta é clara: na ótica formal sim; porém, na vertente material ou substantiva, não. Comparando-se as regiões norte e nordeste do país com as do sul/sudeste, o resultado é um aumento no nível de pobreza, pois as primeiras não são beneficiadas pelos investimentos diretos injetados na Nação, tomando-se como referencial os últimos vinte anos. O combate à pobreza, portanto, à desigualdade deve ser tratado com políticas afirmativas, ações compensatórias ou, simplesmente, com a adoção da discriminação positiva, atentando-se para os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade – tratar desigualmente para chegar-se à igualdade entre os cidadãos. Isso perpassa os direitos humanos. É uma tarefa que deve envolver governos (federal, estaduais, municipais), iniciativa privada (empresas) e o terceiro setor, com o fulcro de ajudar pessoas a construir uma vida digna, propiciando-lhes acesso a saúde, educação, emprego, segurança, lazer e moradia. Referências: SANTOS, Luiz Carlos dos Santos. Ações afirmativas e o princípio da igualdade jurídica material. Lisboa: UAL, 2011. Texto de Opinião; FAUTH JÚNIOR, Sady Sidney. Problemas Contemporâneos. In: REVISTA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO, Brasília, ano XX, ed. 80, p. 15-16, jan./fev. 2011.
5 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos DEFESA PÚBLICA DE TCC E ELABORAÇÃO DE SLIDES Luiz Carlos dos Santos¹ O RITO DA DEFESA A defesa do TCC é um momento ímpar na vida acadêmica do graduando. Trata-se de um Ato Solene revestido de rito específico e aberto ao público. Significa dizer que não se pode impedir qualquer cidadão de assistir a defesa, porém, este deve manter-se apenas como ouvinte (calado), principalmente antes da proclamação do resultado, pelo (a) presidente da Banca Examinadora, normalmente o (a) orientador (a) do graduando (a), após leitura da ATA. Na ocasião o (a) Presidente da Banca Examinadora, esta composta por três membros, preferencialmente doutores e/ou mestres, abre os trabalhos, anunciando os demais integrantes da mesa e, em seguida, convida o (a) graduando (a) para proferir sua apresentação, entre 15 e 20 minutos, podendo exceder até 30 min., dependendo do Regulamento ou Manual de Orientação da Instituição de Educação Superior (IES). Terminada a apresentação, o Presidente solicita ao graduando (a) para sentar-se em frente à Banca Examinadora, a fim de ouvir o relatório oral ou escrito de cada examinador (a), sendo que o (a) último (a) a pronunciar-se é o (a) orientador (a). Normalmente, o tempo que o (a) examinador (a) dispõe, não deve ultrapassar 10 minutos. Em havendo, examinador (a) externo à IES, este inicia o relatório, seguido do restante da mesa. Dando prosseguimento ao rito, o Presidente pede ao graduando (a) que responda as inquirições dos (as) integrantes da Banca, individualmente, inclusive as suas; iniciando sobre o pedido de esclarecimentos e/ou ponderações do (a) examinador (a) externo. ______. ¹ ¹ Professor Pleno do Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus I, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano (UNIFACS); Doutor em Ciências Empresarias (UMSA); Doctor of Phifosophy in Public Administration, Ph.D. (CIU); Mestre em Educação (UQAM); Especialista em Administração Tributária (UCSAL); Bacharel em Direito (UFBA); Bacharel em Ciências Contábeis (UFBA); Licenciado em Administração (UNEB); Tecnólogo em Administração Hoteleira (CENTEC); site: ; e-mail: lcsantos@superig.com.br Ouvidos os esclarecimentos, ponderações ou inquirições dos componentes da Banca Examinadora, o (a) Presidente dos trabalhos convida o (a) graduando (a) e demais presentes ao recinto e, de portas fechadas, os componentes irão decidir sobre o TCC, objeto da avaliação, o qual poderá ter um dos seguintes resultados: aprovado, caso média das notas dos examinadores seja igual ou superior a 7,0 (sete); aprovado com ressalva, caso a média esteja compreendida entre 5,0 (cinco) e 6,9 (seis vírgula nove) – situação em que a Banca deverá, por meio do seu Presidente, solicitar ao graduando (a) que promova as correções e entregue nova versão do TCC, em prazo previamente estabelecido; e, reprovado, caso a nota seja inferior a 5,0 (cinco). (UNEB/FCH-I/COL. CONTÁBEIS, 2014). Encerrada a apuração do resultado do TCC, o (a) Presidente da Mesa convidará aos ouvintes e graduando (a) para retornarem ao recinto, com vistas à proclamação do resultado, mediante leitura de ATA, seguida de agradecimentos aos membros examinadores, ao graduando (a) e aos parentes, familiares e demais ouvintes. A ELABORAÇÃO DE SLIDES As Faculdades, Centros Universitários e Universidades já chegaram ao consenso de que a Defesa de TCC (artigo técnico-científico ou monografia, na graduação), monografia ou artigo técnico-científico na especialização ou MBA, bem assim dissertação de mestrado ou tese de doutorado, pode ser realizada com os recursos midiáticos, no caso específico, os slides. Todavia, cabe ao graduando ou pós-graduando, com a devida aquiescência do (a) orientador (a), verificar antes da defesa a quantidade e qualidade dos slides, sua sequência, evitando, desse modo, influência negativa na apresentação de um trabalho, construído com bastante sacrifício e primor. Assim, sugere-se, na graduação, por exemplo, que na defesa de artigo técnico-científico ou monografia, a quantidade de slides situe-se entre 14 a 16, na seguinte ordem: a)a primeira transparência deve refletir, basicamente, o que contém a folha de rosto do trabalho – logomarca da IES; nome da IES; nome do Departamento ao qual está vinculado o curso; nome do colegiado; autor; título e, subtítulo, se houver; ementa do trabalho; orientador (a); local; e, ano; b)o segundo slides deve trazer a sinopse da problematização do estudo, em duas partes, a primeira a contextualização do problema, seguido do seu enunciado, de forma interrogativa. Caso fique extenso, elaborar mais uma transparência para esse item; c)a justificativa do estudo nas acepções científica, social e pessoal é o objeto da terceira e/ou quarta transparência; d)os objetivos (geral e específicos) devem ficar em um único slide, tendo em vista a relevância do trabalho (lembrar que nos específicos deve obedecer a sequência das operações menos para as mais complexas); e)a metodologia, caso o estudo tenha abrangido pesquisa de campo deve ser detalhada em dois slides – indicação do método, tipologia quanto aos objetivos da pesquisa, natureza da abordagem, fontes de pesquisa, universo, amostra, critério amostral, instrumentos de coleta de dados e tabulação e tratamento dos dados colhidos; f)o referencial teórico, fundamentação teórica ou simplesmente capítulos, seções ou partes deve ocupar duas ou três slides, pois o graduando (a) deverá extrair o núcleo de cada capítulo e, com o auxílio de citação fará uma brevíssima explanação do que ancora o seu problema em termos do estado da arte; g)em havendo pesquisa de campo, apresentar dois slides nucleares dos achados empíricos, extraídos do capítulo – Apresentação, Análise e Interpretação dos Resultados - que corroboram a elucidação do problema e o alcance dos objetivos; h)a conclusão pode ser sintetizada em um slide; e, se for o caso – lembrar que o nome correto é “Conclusão” ao invés de “Considerações Finais”, conforme preceitua as Normas Brasileiras de Regulação (NBR’s) 6022/2003 e 14724/2011, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ANBT); i)as recomendações serão arroladas em outra transparência; e, j)faculta-se a apresentação de um ou dois slides sobre as principais referências, porém, para visualizá-las, sem, contudo, necessidade de lê-las. Finalmente, muito cuidado com o tamanho das fontes (letras), as cores dos slides e a animação dos mesmos, procurando, sempre os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724 – informação, documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. ______. NBR 6022 - informação, documentação – artigo técnico-científico – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. BAHIA. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA. Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus I. Colegiado de Bacharelado em Ciências Contábeis. Orientação para Trabalho de Conclusão de Curso de Ciências Contábeis. Salvador: UNEB, 2014. SANTOS, Luiz Carlos dos. Tópicos sobre educação, metodologia da pesquisa científica [...]. Salvador, 2007.
28 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos A REDAÇÃO DO RESUMO DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO PARA PUBLICAÇÃO Luiz Carlos dos Santos¹ Antecedendo o texto anterior, postado neste site (www.lcsantos.pro.br), em 05/09/2016, tem-se uma sequência de redação (sugestão) dos elementos textuais de um artigo técnico-científico - introdução, desenvolvimento e conclusão, em estreita obediência ao que preconiza a Norma Brasileira de Regulação (NBR) 6022, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em vigência desde maio de 2003. Cabe ressaltar que, também, fora postada sugestão relativa à redação da “apresentação, análise e interpretação dos resultados”, para as investigações científicas, na modalidade artigo técnico-científico, cujo percurso metodológico abrangeu pesquisa de campo, a partir de instrumentos ou técnicas de coleta de dados, exemplo de questionário, formulário, entrevista, observação, entre outros. Desse modo, o desenvolvimento do artigo, distribuído em capítulos, seções ou partes, tratando-se do suporte teórico necessário à elucidação do problema da pesquisa e demais pressupostos investigativos, é seguido de seção específica, com os resultados colhidos na parte empírica, a partir de tabelas, gráficos, diagramas, dentre outros elementos, devidamente analisados e interpretados, tendo como referência o objeto sob investigação. Neste escrito (sugestão), traz-se a “Redação do Resumo na Língua do texto”, elemento pré-textual, de acordo com a alínea “c” do subitem 5.1 da supramencionada NBR, frisando, de pronto, que o pesquisador (a) ou iniciante na pesquisa, para elaboração do mencionado resumo, deverá valer-se da NBR 6028/2003, dispositivo específico, o qual estabelece os requisitos inerentes ao elemento pré-textual, em tela. _______________. ¹ Professor Pleno do Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus I, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano (UNIFACS); Doutor em Ciências Empresarias (UMSA); Mestre em Educação (UQAM); Especialista em Administração Tributária (UCSAL); Bacharel em Direito (UFBA); Bacharel em Ciências Contábeis (UFBA); Licenciado em Administração (UNEB); Tecnólogo em Administração Hoteleira (CENTEC); site: ; e-mail: lcsantos@superig.com.br Saliente-se que a elaboração do resumo somente ocorre depois da construção dos elementos textuais. Trata-se de um elemento obrigatório, constituído de frases concisas, objetivas, afirmativas e com a seguinte sequência: objetivo do estudo; metodologia utilizada; resultados alcançados e conclusão, em um único parágrafo. Isto requer do (a) pesquisador (a) ou iniciante na investigação científica “poder de síntese”, pois segundo a alínea “b” da seção ternária 3.3.5 da citada NBR, a extensão do resumo deve situar-se entre 100 e 250 palavras, excluídas da contagem os artigos, preposições e conjunções. Elaborado o resumo, logo abaixo deste, seguem-se as Palavras-chave, acrescidas de dois pontos (:), separadas entre si por ponto (.) e finalizadas também por ponto (.). Recomenda-se que a quantidade de palavras não exceda a 5 (cinco); que sejam realmente palavras nucleares, as quais perpassam o relatório da pesquisa (artigo, monografia, dissertação, tese etc.); que estejam estritamente ligadas ao objeto investigado. O texto do resumo, deve ser escrito na voz ativa e na terceira pessoa do singular, desprezando-se símbolos e contrações que não sejam de uso corrente, bem assim devem ser evitadas fórmulas, equações, diagramas etc., os quais não sejam absolutamente necessários; “[...] quando o seu emprego for imprescindível, defini-los na primeira vez que aparecerem” (ABNT, NBR 6028, 2003, p. 2). Finalmente, lembre-se que no artigo técnico-científico, o resumo na língua estrangeira é um elemento pós-textuais obrigatório, conforme prevê o subitem 6.3.2 da NBR 6022/2003, porém, em alguns periódicos, inexplicavelmente, este resumo está arrolado logo após o resumo na língua do texto. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028 – informação e documentação – resumo – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ______. NBR 6022 – informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. SANTOS, Luiz Carlos dos Santos. Tópicos sobre metodologia da pesquisa científica [...]. Salvador: Quarteto, 2007. ______. Artigos técnico-científicos e texto de opinião. Salvador: EDUNEB, 2004.
320 dia atrás
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322 dia atrás
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322 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos ¹ Professor Pleno do Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus I, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano (UNIFACS); Doutor em Ciências Empresarias (UMSA); Mestre em Educação (UQAM); Especialista em Administração Tributária (UCSAL); Bacharel em Direito (UFBA); Bacharel em Ciências Contábeis; Licenciado em Administração (UNEB); Tecnólogo em Administração Hoteleira (CENTEC); site: <www.lcsantos.pro.br>; e-mail: lcsantos@superig.com.br
327 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos REDAÇÃO DO CAPÍTULO “APRESENTAÇÃO, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS” DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO” Este capítulo, seção ou parte de um artigo técnico-científico é pertinente para os estudos que envolvem pesquisa de campo ou empírica, ou seja, quando o pesquisador ou iniciante na pesquisa levantou a percepção de determinado (s) público (s) alvo (s), por meio de instrumentos ou técnicas de coleta de dados, a exemplo de formulário, questionário, entrevista, observação, entre outros. Saliente-se, de pronto, que neste caso, a metodologia não fará parte da Introdução, toda a trilha metodológica deverá estar detalhada em capítulo, seção ou parte -próprio/específico -, onde se descreve desde o método utilizado ao tratamento quantitativo e/ou qualitativo aplicado. De acordo com Vieira (2009), a pesquisa quantitativa, refere-se as informações de natureza numérica. O pesquisador busca classificar, ordenar ou medir as variáveis para apresentar estatísticas,
331 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos REDAÇÃO DO CAPÍTULO “APRESENTAÇÃO, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS” DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO” Este capítulo, seção ou parte de um artigo técnico-científico é pertinente para os estudos que envolvem pesquisa de campo ou empírica, ou seja, quando o pesquisador ou iniciante na pesquisa levantou a percepção de determinado (s) público (s) alvo (s), por meio de instrumentos ou técnicas de coleta de dados, a exemplo de formulário, questionário, entrevista, observação, entre outros. Saliente-se, de pronto, que neste caso, a metodologia não fará parte da Introdução, toda a trilha metodológica deverá estar detalhada em capítulo, seção ou parte -próprio/específico -, onde se descreve desde o método utilizado ao tratamento quantitativo e/ou qualitativo aplicado. De acordo com Vieira (2009), a pesquisa quantitativa, refere-se as informações de natureza numérica. O pesquisador busca classificar, ordenar ou medir as variáveis para apresentar estatísticas, comparar grupos ou estabelecer associações. Enquanto que a pesquisa qualitativa compreende um conjunto de diferentes técnicas interpretativas (análise de conteúdo, análise de narrativa, análise do discurso, etnografia, pesquisa-ação, entre outras), que visam a descrever e a decodificar os componentes de um sistema complexo de significados; ou seja, tem por objetivo traduzir e expressar o sentido dos fenômenos do mundo social; trata-se de reduzir a distância entre indicador e indicado, entre teoria e dados, dentre contexto e ação. Quando o trabalho de investigação científica requerer o tratamento e análise estatística dos dados coletados, esta tarefa pode ser realizada pelo próprio pesquisador ou atribuída a um especialista (o estatístico). Não resta dúvida de que a representação visual por meio de diagramas, gráficos, tabelas vai facilitar a compreensão dos dados colhidos e ampliar as possibilidades de correlação e compreensão, facilitando o processo de análise e interpretação. Na realidade, a etapa de que trata o parágrafo precedente é muito complexa; o pesquisador deve estar atento para não tomar dos dados como verdades absolutas, envolvendo-se demais com as técnicas, perdendo o referencial teórico e o significado próprio da investigação. Em outras palavras, o capítulo, seção ou parte em foco traz ao leitor ilustrações em formato de tabelas, gráficos, diagramas, fragmentos de depoimentos, extraídos dos instrumentos aplicados, os quais levaram em conta os pressupostos investigativos e o lastro teórico que abarca o objeto investigado, com análise e interpretação de cada informação gerada. Enfim, segundo Best (1972, p. 152), manipulados os dados e obtidos os resultados, a análise e interpretação dos mesmos, constituindo-se ambas no núcleo central da pesquisa “representa a aplicação lógica dedutiva e indutiva do processo de investigação”. A relevância dos dados está não si mesmos, mas em proporcionarem elucidação do problema da pesquisa e ao alcance dos objetivos da investigação, no caso em tela, de um artigo técnico-científico. REFERÊNCIAS BEST, J. W. Como investigar em educación. 2. Ed. Madrid: Morata, 1972. VIEIRA, S. Como elaborar questionários. São Paulo: Atlas, 2009. SANTOS. L. C. Tópicos sobre Metodologia [...]. Salvador: Quarteto, 2007. ______. Artigos técnico-científicos e textos de opinião. Salvador: EDUNEB, 2005.
331 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos REDAÇÃO DO TEXTO DA “CONCLUSÃO” DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO Finalizando as partes textuais de um artigo técnico-científico, apresenta-se a sugestão para a elaboração da “conclusão”; termo correto conforme preconiza a alínea “c” do subitem 5.3 da Norma Brasileira de Regulação (NBR) nº 6222, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em vigência desde maio de 2003. Portanto, utilizando-se “Considerações Finais” o autor do artigo está infringindo a referida norma. Em muitos trabalhos acadêmicos, inclusive dissertação (mestrado) e tese (doutorado), o graduando ou pós-graduando encerra a sua produção acadêmica dedicando apenas uma ou duas folhas para a “Conclusão”. É como se ele (a) tivesse “nadado muito e morresse na praia”. Cabe frisar que esse comportamento é absurdamente inexplicável, pois na “Conclusão” o (a) autor (a) irá fechar seu trabalho resgatando aspectos relevantes para a explicar porque elucidou a problemática da investigação científica, como chegou ao alcance dos objetivos e, se comprovou ou refutou as hipóteses de pesquisa. É também na “Conclusão” o momento do pesquisador ou iniciante na pesquisa manifestar seu ponto de vista, no sentido macro, em relação ao objeto investigado, bem assim a apresentação das recomendações. A propósito, cabe citar o que Gil (1999, p.190) assevera: [...] devem derivar naturalmente da interpretação dos dados. Para bem servir às suas finalidades devem ser breves, mas suficientes para representar a súmula em que os argumentos, conceitos, fatos, hipóteses, teorias, modelos se unem e se completam. Sugere-se que ao iniciar a redação da “Conclusão”, o (a) autor (a) faça o resgate ou retrospectiva (sinopse) do núcleo de cada capítulo, seção ou parte, inclusive da análise e interpretação dos principais dados colhidos. Significa redigir um ou dois parágrafos, usando o verbo no passado para cada seção, a exemplo de: verificou-se que [...]; constatou-se que [...]; averiguou-se que [...]; verificou-se que [...]; evidenciou-se que [...] etc., de forma a perpassar todo o referencial teórico e os principais achados empíricos (pesquisa de campo). Terminado o supramencionado resgate, cabe, então, sintetizar o porquê da elucidação/desnudação do problema da pesquisa; bem assim se as hipóteses foram comprovadas ou refutadas. Em seguida, de forma objetiva, o (a) pesquisador (a) explicita o porquê do alcance dos objetivos, fixados na Introdução. Dando prosseguimento, é a vez do registro do posicionamento crítico do (a) autor (a) ante à temática investigada para, finalmente arrolar as recomendações. Tudo isso, com o mesmo cuidado que vem dedicando à redação das demais partes do texto do artigo – clareza, concisão, precisão, objetividade, evitando jargões, lapsos gramaticais de quaisquer ordens. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas em pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. SANTOS, Luiz Carlos dos. Tópicos sobre Metodologia da pesquisa científica [...]. Salvador: Quarteto, 2007. ______. Artigos técnicos-científicos e textos de opinião. Salvador: EDUNEB, 2004.
331 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos A REDAÇÃO DO TEXTO DO “DESENVOLVIMENTO” DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO Na seção “Blog”, do sítio eletrônico (www.lcsantos.pro.br), postou-se, em 18/08/2016, o texto sobre “como redigir a redação de uma produção técnico-científica”, para fins de publicação em periódico, a qual serve também para envio de material para publicação em anais de eventos científicos ou mesmo Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), em quaisquer de suas modalidades. Dando continuidade à redação da segunda parte textual, de uma produção técnico-científica – desenvolvimento -, como prevê a Norma Brasileira de Regulação (NBR) 6022, de 2003, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em plena vigência, bem assim a NBR 14724 (2011, p. 5), o desenvolvimento “é a parte que detalha a pesquisa ou estudo realizado” (ABNT, 2011, p. 8). Significa dizer que o desenvolvimento ou corpo do trabalho é o referencial teórico, também conhecido como marco referencial teórico, ou ainda, revisão de literatura/fundamentação teórica, o qual dá sustentação aos pressupostos investigativos do estudo. Assim, o pesquisador, graduando ou pós-graduando, depois de ler, entre 10 e 15 literaturas, acerca da temática, abrangendo: livros, periódicos (revistas), anais (de eventos técnico-científicos), monografias, dissertações, teses, legislação, entre outras fontes, terá condições de estruturar os capítulos, seções ou partes do corpo do seu trabalho, de forma hierarquizada – partindo do mais geral para o mais específico. Enquanto maneira de checar se os capítulos, seções ou partes são suficientes para lastrear teoricamente o estudo, deve-se observar se os objetivos (geral e específicos) estão cobertos pela literatura e, principalmente, se esta vai ao encontro da elucidação do enunciado do problema e se confirma (m) a (as) hipótese (s), caso a pesquisa estabeleça. As citações (diretas, indiretas ou citação de citação) de expoentes da área, bem assim da legislação, se for o caso, são essenciais, para que o (a) autor (a) do artigo imprima cientificidade à produção, desde que as mesmas estejam comentadas e interpretadas à luz do objeto em estudo. Significa dizer que não se pode arrolar várias citações, uma após a outra, sem inferências ao caso em concreto. Sabe-se que, dificilmente, há imparcialidade no ser humano. Todavia, tratando-se de uma produção acadêmica está deverá refletir a realidade dos fenômenos, fatos ou ocorrências. Portanto, o pesquisador e/ou iniciante na investigação científica deverá ser ético; não há lugar para os achismos. Se houver contraponto ou corrente contrária à linha de sustentação do objeto estudado, faz-se necessário que este (a) seja trazido (a) ao texto. Isto não maculará o estudo, muito pelo contrário, ganhará ponto positivo no tratamento científico. Finalmente, quanto aos estilos da língua culta, de igual modo à Introdução, a redação do texto dos capítulos, seções ou partes deverá ser concisa, clara, objetiva, precisa, sem adjetivações, equívocos gramaticais e descontinuidades das ideias. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724 – informação e documentos – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. ______. NBR 6022 – informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. SANTOS, Luiz Carlos dos Santos. Tópicos sobre metodologia da pesquisa científica [...]. Salvador: Quarteto, 2007. ______. Artigos técnico-científicos e texto de opinião. Salvador: EDUNEB, 2004.
333 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO: COMO ELABORAR O TEXTO DA INTRODUÇÃO. Luiz Carlos dos Santos Já há escritos neste sítio eletrônico acerca da matéria em epígrafe. Todavia, em função da recorrência de demanda, advinda de graduandos e pós-graduandos, de como se produz o texto da mencionada introdução, apresenta-se o que deve conter e qual a sequência dos elementos na construção dessa parte importantíssima do artigo, o qual objetiva à publicação em periódicos, ou mesmo na elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), na referida modalidade. Em primeiro lugar, o pesquisador iniciante deve se conscientizar que veicular uma produção de cunho acadêmico carece de cuidado com os estilos da língua culta. Os leitores e/ou examinadores são exigentes (e devem); o texto deve ser claro, conciso, preciso, objetivo, concatenado, sem equívocos gramaticais – uma escrita digna do nível da Academia. A introdução deve iniciar-se com uma visão panorâmica da temática tratada, portanto, apenas aspectos gerais do objeto sob investigação, sem aprofundamento, na medida em que, a verticalização do assunto ocorrerá nos capítulos, partes, ou seções do corpo do trabalho – o referencial teórico. Descortinada, panoramicamente, o objeto/tema da investigação científica, incluindo título e subtítulo, segue-se a sua problematização, sem descontinuidade do texto. Cabe registrar que o problema da pesquisa não se resume ao seu enunciado. Significa dizer que é imprescindível contextualizar a problemática – a explicitação/delimitação no tempo e no espaço. Dando prosseguimento à produção, coloca-se um gancho textual para o registro da (s) hipótese (s) de pesquisa (se houver), sinalizando para a busca de solução do problema levantado. Em não havendo hipótese (s), entra-se com o objetivo geral do estudo, iniciando com o verbo no infinitivo – o alcance da pesquisa, seguido dos objetivos específicos (o desdobramento do objetivo geral), também, iniciando-se com o verbo no infinitivo. Estes devem estar plena conexão com o alcance maior da investigação, sempre começando com as operações menos, para as operações mais complexas. Continuando a redação da introdução, o pesquisador ou iniciante na pesquisa coloca a justificativa do estudo nas três dimensões: científica, social e pessoal. A primeira refere-se à possível contribuição no campo do conhecimento específico, podendo resultar em fontes para futuras investigações, tangenciando outros aspectos/focos da problemática. A acepção social deve ser realçada pelos princípios da importância, relevância, oportunidade da pesquisa, para a organização, administração pública e/ou para a sociedade como um todo, a depender do objeto que fora elucidado/desnudado. Finalmente, a dimensão pessoal diz respeito a motivação que levou o pesquisador ao trabalho científico. Frise-se que alguns autores recomendam o assentamento da justificativa antes dos objetivos. Isso é uma questão de opção. Não havendo pesquisa de campo, a metodologia (conjunto de métodos, técnicas e procedimentos) pode ser detalhada na Introdução. Significar indicar: método utilizado: tipologia quanto aos objetivos do estudo; fontes de pesquisa; abordagem empreendida, dentre outros aspectos. Caso o estudo tenha se valido, também, da pesquisa de campo, exclui-se da introdução os procedimentos metodológicos, abrindo-se um capítulo à parte, no qual o pesquisador detalhará a trilha metodológica, incluindo-se: universo; amostra; critério amostral; instrumentos ou técnicas de coleta de dados, tratamento estatístico utilizado, entre outros elementos. Encerra-se a redação da introdução, fazendo uma sinopse capitular sobre o núcleo de cada seção. Desse modo, o leitor/examinador tem as informações gerais acerca da temática, os pressupostos investigativos, a operacionalização do estudo e de quantas partes compõe o artigo, enfatizando o cerne tratado em cada uma destas. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022- informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. SANTOS, Luiz Carlos dos Santos. Tópicos sobre metodologia da pesquisa [...]. Salvador: Quarteto, 2007.
334 dia atrás
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Alexsandro Rosa Soares iniciou uma nova discussão, Falta coletiva no grupo Registro Acadêmico
Companheiros e companheiras, Existe alguma legislação que trata de falta coletiva? O docente pode lançar nota? E lançar conteúdo como dado? Desde j ...
442 dia atrás
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Claiton Muriel Cardoso Último Resumo da Semana gravado
508 dia atrás
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LEGISLE de Administração Universitária
508 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos Será lançado amanhã (17/12/2015), às 17 horas, na Reitoria da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), o livro intitulado "Políticas e Gestão Públicas no século XXI: perspectivas, estratégias e desafios". Organizado pelos Professores Doutores - Luiz Carlos dos Santos, Leliana dos Santos Sousa e Ana Maria Ferreira Menezes, o referido livro contém textos de diversos pesquisadores, docentes e egressos da pós-graduação de diversas IES, agrupados em dois blocos - "Políticas Públicas" e "Gestão Pública". O selo é da Editora da Universidade do Estado da Bahia (EdUNEB), filiada à Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU). A obra pode ser adquirida nas livrarias da EdUNEB. Mais informações - (71) 3117-5342 ou Portal da UNEB.
590 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos Será lançado amanhã (17/12/2015), às 17 horas, na Reitoria da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), o livro intitulado "Políticas e Gestão Públicas no século XXI: perspectivas, estratégias e desafios". Organizado pelos Professores Doutores - Luiz Carlos dos Santos, Leliana dos Santos Sousa e Ana Maria Ferreira Menezes, o referido livro contém textos de diversos pesquisadores, docentes e egressos da pós-graduação de diversas IES, agrupados em dois blocos - "Políticas Públicas" e "Gestão Públicas". O selo é da Editora da Universidade do Estado da Bahia (EdUNEB), filiada à Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU). A obra pode ser adquirida nas livrarias da EdUNEB. Mais informações - (71) 3117-5342 ou Portal da UNEB.
590 dia atrás
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599 dia atrás

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Adriano
Bom dia Abigail,
Primeiramente eu gostaria de parabenizar pelo excelente trabalho que você tem feito neste fórum, ajudando os colegas a sanarem suas dúvidas.
Bom, assim como os colegas, eu também tenho uma dúvida atinente ao aproveitamento de estudos. Existe algum prazo ou limite de tempo para o aproveitamento de estudos? Concluí uma graduação em 1997 e pretendo fazer uma nova graduação em outra área ano que vem. Verifiquei que houve uma resistência em aceitar os documentos para análise por se tratar de uma graduação concluída a mais de 10 anos. Existe prazo para o aproveitamento de estudos?
Muito obrigado
Adriano
Abigail França RibeiroAbigail França Ribeiro em Seg, 11 de Novembro de 2013 10:30

Não Adriano, não há prazo. Cada IES, caso queira, estabelece seus prazos. O que não se admite é o aproveitamento de estudos cujo conteúdo perdeu-se no tempo. Por exemplo, nas áreas de Tecnologia: Informática, telecomunicações, Direito Constitucional cursado antes de 1988!!! Por que não aproveitar Cálculo cursado há mais de 10 anos?
Abraços,
Abigail

Sáb, 09 de Novembro de 2013 11:44
 
PEDRO ARAUJO
Bom dia Abigail. Tudo bem? Não nos conhecemos mas vi em seu perfil que você é referência em assuntos educacionais e gostaria de sanar uma dúvida com você, pois trabalho na área da educação (servidor da rede dos IFs). Você saberia me dizer qual lei, portaria, normativa etc que determina que o aproveitamento de estudos somente pode ocorrer dentro de um mesmo nível (ou seja que não pode haver aproveitamento do técnico para superior e vice-versa)? Desde já agradeço. Satisfação.
Abigail França RibeiroAbigail França Ribeiro em Ter, 22 de Outubro de 2013 07:41

Bom dia Pedro. Bem vindo à Rede Mebox. Muito bom que você provoque essa discussão. São muitas as dúvidas...
O aproveitamento de estudos é assunto de autonomia das IES. Deve estar regulamentado no Regimento. Construímos nosso conhecimento sobre o assunto ao longo do tempo, na leitura de pareceres do CNE, no exame de exigências colocadas pelo MEC em nossos processos. Desconheço uma norma atual que trate do assunto formal e especificamente. Sugiro-lhe a leitura do Parecer CES/CNE nº 212/2006. Ele pode lhe explicar porque não admitimos o aproveitamento de estudos no nível de Educação Básica para o nível da Educação Superior automaticamente. Nós podemos fazê-lo, excepcionalmente. Essa questão tem a ver com Currículos e Programas: o nível de complexidade do ensino e da aprendizagem nos cursos técnicos é diferente daquele exigido nos cursos superiores. No nível Básico, uma bibliografia; no nível superior, outra. Não fora assim, não teríamos dois níveis; apenas um bastaria.Como em tudo, há exceções; poucas e particulares. Principalmente quando se alia conhecimento obtidos nos estudos à competência alcançada por outros meios, como a atividade profissional, por exemplo. Ajudei? Espero que sim. Se não, faça novo contato.
Abraços,
Abigail

PEDRO ARAUJOPEDRO ARAUJO em Qua, 23 de Outubro de 2013 04:35

Muito Obrigado Abigail. Ajuda bastante. Mas eu gostaria de saber da situação inversa, especialmente. Alunos requerendo aproveitamento de disciplinas de cursos técnicos por meio de disciplinas cursadas em cursos de graduação. Li na CNE/CES que você me encaminhou (212/2006) que disciplinas de cursos técnicos não são equivalentes às de cursos superiores. Mas e a situação inversa? Seria possível o aproveitamento vertical de "cima" (superior) para "baixo" (nível médio)? Ou por se tratarem de níveis diferentes não cabe o aproveitamento de disciplinas, mas somente a avaliação de competências (que seria o hoje chamado "exame de proficiência")? Desde já agradeço. Deus te abençoe.

Seg, 21 de Outubro de 2013 08:24
 
Abigail França Ribeiro
Bom ter você conosco. Viu que o primeiro CRA da CONSAE em 2012 será em Curitiba? Vamos nos encontrar!
Ter, 17 de Janeiro de 2012 14:44
 
Adriana Moreda Bueno
76º CURSO SOBRE CONTROLE E REGISTRO ACADÊMICO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR - Belo Horizonte/MG?...
Olá Abigail FELIZ 2012 ... Estou procurando minha turma e fotos do curso, etc. Já estou morando em Curitiba, e procurando trabalho, no que você precisar podes contar comigo, beijos
Ter, 17 de Janeiro de 2012 10:52
 
Abigail França Ribeiro
Todos viram, no BDE Online de sexta feira, dia 21, as novas Portarias da CAPES?
Ter, 25 de Outubro de 2011 17:18
 
Abigail França Ribeiro
Roberta,
Fico feliz pelo Grupo de Avaliação Institucional; mas com inveja. Vou convocar o pessoal de Registro Acadêmico a partir de segunda feira. Me aguarde. Abigail
Sáb, 30 de Julho de 2011 17:25
 
Abigail França Ribeiro
Docentes, Administradores Acadêmicos e Alunos das IES precisam conhecer o Programa Especial de Mobilidade Internacional em Ciência, Tecnologia e Inovação CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS, anunciado hoje pela Presidenta Dilma.
Ter, 26 de Julho de 2011 16:26
 
Abigail França Ribeiro
A notícia das audiências públicas está no endereço
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16735&Itemid=882.

Conforme Nota Técnica sobre a Reformulação dos Instrumentos de Avaliação para cursos de Graduação utilizados pelo INEP, informamos que serão realizadas audiências públicas em:

Brasília, DF, em 13/06/11 para entidades representativas de Instituições Públicas.
Local: Auditório do Conselho Nacional de Educação (CNE), localizado na Avenida L2 Sul, SGAS Quadra 607, lote 50
Horário: 14hs às 18hs

São Paulo, SP, em 28/06/11 para entidades representativas de Instituições Privadas.
Local: Auditório ITAÚ, da FGV, na Avenida 09 de julho, 2029
Horário: 14hs às 18hs

Rio de Janeiro, RJ, em 05/07/11 para entidades representativas de Instituições Comunitárias.
Local: Auditório B6, da PUC-RJ, localizado no Prédio Frings, 6º andar, Rua Marquês de São Vicente, nº225, Bairro Gávia.
Horário: 14hs às 18hs

Os convites foram enviados pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES).

A confirmação de participação nas audiências públicas deverá ser realizada pelo e-mail: conaes@mec.gov.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , e telefone: 61- 2022-7945 ou 61-2022-7949.

Para realizar pronunciamento deverá ser encaminhada ficha de inscrição preenchida até às 12h do dia anterior à data da audiência para os seguintes endereços eletrônicos: conaes@mec.gov.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ; waldetesousa@mec.gov.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ; camila.pinheiro@mec.gov.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

As manifestações orais deverão ser também encaminhadas por escrito para a mesa de trabalhos na audiência pública.
Seg, 13 de Junho de 2011 14:44
 
Abigail França Ribeiro
A Profa. Amanda Gurgel nos emociona com sua fala simples, objetiva, verdadeira. Infelizmente, a realidade de nosso País: governantes que não têm a Educação como prioridade. E ela se reporta aos três poderes, quando fala diretamente aos senhores deputados e à senhora secretária da educação, e, indiretamente, ao Ministério Público Estadual. Ela me fez sentir orgulho de ser professora e brasileira. Que Jesus a abençoe, e que ela continue professora para sempre!
Sex, 20 de Maio de 2011 18:42
 
Abigail França Ribeiro
Mariana, teremos que ouvir algum especialista, provavelmente da área jurídica e trabalhista. Só conheço o "ponto" em papel e o "ponto" dos relógios de ponto! Com certeza algum especialista do novíssimo Direito Digital também possa nos ajudar. Vamos esperar que algum colega da Rede Mebox nos ofereça uma luz sobre o assunto. Estou curiosíssima!
Seg, 16 de Maio de 2011 16:03
 
Abigail França Ribeiro
Prezada Djaira,
Essa é a dúvida de todos nós: o que o CNE quer? Infelizmente, o Conselho escreve mal, e causa muita confusão na interpretação. Quando lemos os pareceres, entendemos que eles querem habilitações únicas - português, inglês, espanhol, italiano, a primeira com 2.800 horas, e as demais com 800 horas cada uma. Acontece que a maioria das IES sempre ofereceu a primeira formação com a chamada oferta dupla - português/inglês, português/espanhol, etc, e elas precisam de tempo para alterar seus currículos - se é que é isso que o CNE quer. Digo isso porque a Resolução fala em nova habilitação, para já diplomados. Ela não manda reestruturar os cursos com habilitação dupla. Mas a Sesu já baixou processos em diligência exigindo a oferta com 3.600 horas. Manda quem pode, obedece quem tem juízo: se o CNE quer, as IES vão fazer, mas é preciso clareza e tempo.
Tudo que você já cursou, em qualquer graduação - bacharelado, licenciatura, tecnológico, pode ser aproveitado, a qualquer momento, desde que o conhecimento não se tenha perdido no tempo.
Aguarde novas notícias sobre o assunto.
Djaira LeitãoDjaira Leitão em Sáb, 23 de Abril de 2011 18:10

Obrigada Abigail. Esse espaço da rede é muito rico para discutirmos esses aspectos. A confusão é tanta na redação da legislação educacional que muitas vezes nos confundimos e chegamos a pensar que a limitação é nossa.
Vocês estão de parabéns pela iniciativa - MEBOX

Sex, 22 de Abril de 2011 22:37
 
Djaira Leitão
Tenho dúvidas na interpretação da Resolução CP/CNE 1/2011. Alguém pode me ajudar?
Compreendi que para uma nova licenciatura é necessário a integralização de mais 800h. Mas, isso também se adequa para a oferta de licenciatura dupla (ex. port. italiano),ou seja, o currículo tb deve ser de 3.600h? outra dúvida: os créditos cursados em uma licenciatura podem ser reaproveitados? espero a contribuição de vcs nesse "complexo" mundo legislativo da educação.
Sex, 22 de Abril de 2011 00:05
 
Abigail França Ribeiro
Ainda não sabemos, Roberta. Como há a Resolução CP/CNE 1/2011, parece-nos que as IES só têm duas alternativas: cumprir a diligência... ou discutir a questão judicialmente. Estamos analisando a legislação, e a CONSAEJur vai nos posicionar. Para muitas IES, essa oferta, em 3.600 horas, será impossível - pelo menos nos cursos presenciais! Como esta é uma semana para reflexão, vamos torcer para que consigamos um bom encaminhamento.
Qua, 20 de Abril de 2011 15:11
 
Soraya Barbosa
Olá Abigail,
tenho estado ausente no ambiente MEBOX por razão de viagem (estou em Recife ministrando curso e Libras) e tenho um pouco de dificuldade em acessar a intenet.Mas quero agradecer muito sua participaçao nesse grupo. Suas colocaçoes têm sido valiosas.
Quanto ao INES estou acompanhando os acontecimentos.
Um abraço,
Qua, 20 de Abril de 2011 12:01
 
Abigail França Ribeiro
Começo a entender porque as vendas/compras coletivas fazem tanto sucesso entre os jovens. Bingo!!!
A experiência do Curso Secretaria Acadêmica Estratégica no Navio Bleu de France foi muito, muito boa. Espero que a Rede Mebox nos proporcione outras oportunidades como esta.
Ter, 19 de Abril de 2011 15:06
 
Abigail França Ribeiro
Claiton,
Já postei no meu status que a experiência foi indescritível. Melhor aguardar as fotos.
O curso foi muito bom; o navio era ótimo; as famílias gostaram, os imprevistos nem foram considerados.
O João Luís, Diretor da Faculdade Paraíso, de Juazeiro do Norte/CE, me disse ao final do curso: - Profa., estou procurando uma só desvantagem, fora o balanço do navio (rs, rs, rs), mas não encontro nada!
Vamos repetir a experiência, com certeza.
Seg, 18 de Abril de 2011 17:36
 
Abigail França Ribeiro
Thiago,
Seria necessário juntar ao PL a ADI 2501/DF de 04/09/2008, que tratou das "estaduais" de MG, declarando-as particulares.
Seg, 11 de Abril de 2011 14:19
 

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