Login

Sugestões

Faça o login e visualize as sugestões

Usuários on line

Nós temos 230 webespectadores online

Revista

Gestão Universitária

Ver perfil Igor Soares Simões

As opiniões que aqui são expressadas não representam necessariamente a posição da Rede Mebox.
Os comentários postados são de responsabilidade única e exclusiva de quem os postou.

Igor Soares Simões
 
Igor Soares Simões
Por Claiton Muriel Cardoso: Já passamos muito dos 300.000. Quem puder coloque o botton da Rede em seu site (de sua instituição), será que é pedir muito ? Aqui Vocês têm voz, em outras redes Vocês são apenas números (não que elas não sejam boas - mas são para outro fim). Nunca fechamos a Rede porque não estamos atrás de números estamos buscando agregar valor para os usuários. Agora precisamos de usuários participativos. Não adianta reclamar tem é que fazer. Temos na rede instituições que têm mais de 50.000 alunos e os membros da própria rede não divulgam um trabalho que nos custa uma fortuna, onde damos consultoria de graça e é onde podemos nos organizar para reivindicar. Onde estão os SINPROS ? Precisamos trazer os professores para a Rede. Se temos problemas é porque não nos mobilizamos para resolvê-los e se temos incompetentes CUIDANDO de tema tão importante como EDUCAÇÃO é porque não temos nos agregado o suficiente para tirar de lá esses incompetentes. O BRASIL NÃO TEM NENHUM FUTURO
6 anos atrás

Quem sou

Informação básica

Sexo
Masculino
Aniversário
17/04/1985
Sobre mim
Fascinado pelas áreas Logístico/Comercial das organizações, trilho minha busca contínua pelo conhecimento para que possa aplicá-lo de modo a assegurar a rápida resolução das adversidades/necessidades dos clientes.

Informações de contato

Telefone celular
31-96790412
Estado
Minas Gerais
Cidade
Belo Horizonte
Website
http://www.facebook.com/Igor.Soares.Simoes

Grau de instrução

Colégio / Faculdade / Universidade
FATEC Comércio
Ano de graduação
2011 ( Interrompido )
activitycomment.note
Luiz Carlos dos Santos DEFESA PÚBLICA DE TCC E ELABORAÇÃO DE SLIDES Luiz Carlos dos Santos¹ O RITO DA DEFESA A defesa do TCC é um momento ímpar na vida acadêmica do graduando. Trata-se de um Ato Solene revestido de rito específico e aberto ao público. Significa dizer que não se pode impedir qualquer cidadão de assistir a defesa, porém, este deve manter-se apenas como ouvinte (calado), principalmente antes da proclamação do resultado, pelo (a) presidente da Banca Examinadora, normalmente o (a) orientador (a) do graduando (a), após leitura da ATA. Na ocasião o (a) Presidente da Banca Examinadora, esta composta por três membros, preferencialmente doutores e/ou mestres, abre os trabalhos, anunciando os demais integrantes da mesa e, em seguida, convida o (a) graduando (a) para proferir sua apresentação, entre 15 e 20 minutos, podendo exceder até 30 min., dependendo do Regulamento ou Manual de Orientação da Instituição de Educação Superior (IES). Terminada a apresentação, o Presidente solicita ao graduando (a) para sentar-se em frente à Banca Examinadora, a fim de ouvir o relatório oral ou escrito de cada examinador (a), sendo que o (a) último (a) a pronunciar-se é o (a) orientador (a). Normalmente, o tempo que o (a) examinador (a) dispõe, não deve ultrapassar 10 minutos. Em havendo, examinador (a) externo à IES, este inicia o relatório, seguido do restante da mesa. Dando prosseguimento ao rito, o Presidente pede ao graduando (a) que responda as inquirições dos (as) integrantes da Banca, individualmente, inclusive as suas; iniciando sobre o pedido de esclarecimentos e/ou ponderações do (a) examinador (a) externo. ______. ¹ ¹ Professor Pleno do Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus I, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano (UNIFACS); Doutor em Ciências Empresarias (UMSA); Doctor of Phifosophy in Public Administration, Ph.D. (CIU); Mestre em Educação (UQAM); Especialista em Administração Tributária (UCSAL); Bacharel em Direito (UFBA); Bacharel em Ciências Contábeis (UFBA); Licenciado em Administração (UNEB); Tecnólogo em Administração Hoteleira (CENTEC); site: ; e-mail: lcsantos@superig.com.br Ouvidos os esclarecimentos, ponderações ou inquirições dos componentes da Banca Examinadora, o (a) Presidente dos trabalhos convida o (a) graduando (a) e demais presentes ao recinto e, de portas fechadas, os componentes irão decidir sobre o TCC, objeto da avaliação, o qual poderá ter um dos seguintes resultados: aprovado, caso média das notas dos examinadores seja igual ou superior a 7,0 (sete); aprovado com ressalva, caso a média esteja compreendida entre 5,0 (cinco) e 6,9 (seis vírgula nove) – situação em que a Banca deverá, por meio do seu Presidente, solicitar ao graduando (a) que promova as correções e entregue nova versão do TCC, em prazo previamente estabelecido; e, reprovado, caso a nota seja inferior a 5,0 (cinco). (UNEB/FCH-I/COL. CONTÁBEIS, 2014). Encerrada a apuração do resultado do TCC, o (a) Presidente da Mesa convidará aos ouvintes e graduando (a) para retornarem ao recinto, com vistas à proclamação do resultado, mediante leitura de ATA, seguida de agradecimentos aos membros examinadores, ao graduando (a) e aos parentes, familiares e demais ouvintes. A ELABORAÇÃO DE SLIDES As Faculdades, Centros Universitários e Universidades já chegaram ao consenso de que a Defesa de TCC (artigo técnico-científico ou monografia, na graduação), monografia ou artigo técnico-científico na especialização ou MBA, bem assim dissertação de mestrado ou tese de doutorado, pode ser realizada com os recursos midiáticos, no caso específico, os slides. Todavia, cabe ao graduando ou pós-graduando, com a devida aquiescência do (a) orientador (a), verificar antes da defesa a quantidade e qualidade dos slides, sua sequência, evitando, desse modo, influência negativa na apresentação de um trabalho, construído com bastante sacrifício e primor. Assim, sugere-se, na graduação, por exemplo, que na defesa de artigo técnico-científico ou monografia, a quantidade de slides situe-se entre 14 a 16, na seguinte ordem: a)a primeira transparência deve refletir, basicamente, o que contém a folha de rosto do trabalho – logomarca da IES; nome da IES; nome do Departamento ao qual está vinculado o curso; nome do colegiado; autor; título e, subtítulo, se houver; ementa do trabalho; orientador (a); local; e, ano; b)o segundo slides deve trazer a sinopse da problematização do estudo, em duas partes, a primeira a contextualização do problema, seguido do seu enunciado, de forma interrogativa. Caso fique extenso, elaborar mais uma transparência para esse item; c)a justificativa do estudo nas acepções científica, social e pessoal é o objeto da terceira e/ou quarta transparência; d)os objetivos (geral e específicos) devem ficar em um único slide, tendo em vista a relevância do trabalho (lembrar que nos específicos deve obedecer a sequência das operações menos para as mais complexas); e)a metodologia, caso o estudo tenha abrangido pesquisa de campo deve ser detalhada em dois slides – indicação do método, tipologia quanto aos objetivos da pesquisa, natureza da abordagem, fontes de pesquisa, universo, amostra, critério amostral, instrumentos de coleta de dados e tabulação e tratamento dos dados colhidos; f)o referencial teórico, fundamentação teórica ou simplesmente capítulos, seções ou partes deve ocupar duas ou três slides, pois o graduando (a) deverá extrair o núcleo de cada capítulo e, com o auxílio de citação fará uma brevíssima explanação do que ancora o seu problema em termos do estado da arte; g)em havendo pesquisa de campo, apresentar dois slides nucleares dos achados empíricos, extraídos do capítulo – Apresentação, Análise e Interpretação dos Resultados - que corroboram a elucidação do problema e o alcance dos objetivos; h)a conclusão pode ser sintetizada em um slide; e, se for o caso – lembrar que o nome correto é “Conclusão” ao invés de “Considerações Finais”, conforme preceitua as Normas Brasileiras de Regulação (NBR’s) 6022/2003 e 14724/2011, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ANBT); i)as recomendações serão arroladas em outra transparência; e, j)faculta-se a apresentação de um ou dois slides sobre as principais referências, porém, para visualizá-las, sem, contudo, necessidade de lê-las. Finalmente, muito cuidado com o tamanho das fontes (letras), as cores dos slides e a animação dos mesmos, procurando, sempre os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724 – informação, documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. ______. NBR 6022 - informação, documentação – artigo técnico-científico – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. BAHIA. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA. Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus I. Colegiado de Bacharelado em Ciências Contábeis. Orientação para Trabalho de Conclusão de Curso de Ciências Contábeis. Salvador: UNEB, 2014. SANTOS, Luiz Carlos dos. Tópicos sobre educação, metodologia da pesquisa científica [...]. Salvador, 2007.
22 dia atrás
activitycomment.note
Luiz Carlos dos Santos A REDAÇÃO DO RESUMO DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO PARA PUBLICAÇÃO Luiz Carlos dos Santos¹ Antecedendo o texto anterior, postado neste site (www.lcsantos.pro.br), em 05/09/2016, tem-se uma sequência de redação (sugestão) dos elementos textuais de um artigo técnico-científico - introdução, desenvolvimento e conclusão, em estreita obediência ao que preconiza a Norma Brasileira de Regulação (NBR) 6022, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em vigência desde maio de 2003. Cabe ressaltar que, também, fora postada sugestão relativa à redação da “apresentação, análise e interpretação dos resultados”, para as investigações científicas, na modalidade artigo técnico-científico, cujo percurso metodológico abrangeu pesquisa de campo, a partir de instrumentos ou técnicas de coleta de dados, exemplo de questionário, formulário, entrevista, observação, entre outros. Desse modo, o desenvolvimento do artigo, distribuído em capítulos, seções ou partes, tratando-se do suporte teórico necessário à elucidação do problema da pesquisa e demais pressupostos investigativos, é seguido de seção específica, com os resultados colhidos na parte empírica, a partir de tabelas, gráficos, diagramas, dentre outros elementos, devidamente analisados e interpretados, tendo como referência o objeto sob investigação. Neste escrito (sugestão), traz-se a “Redação do Resumo na Língua do texto”, elemento pré-textual, de acordo com a alínea “c” do subitem 5.1 da supramencionada NBR, frisando, de pronto, que o pesquisador (a) ou iniciante na pesquisa, para elaboração do mencionado resumo, deverá valer-se da NBR 6028/2003, dispositivo específico, o qual estabelece os requisitos inerentes ao elemento pré-textual, em tela. _______________. ¹ Professor Pleno do Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus I, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano (UNIFACS); Doutor em Ciências Empresarias (UMSA); Mestre em Educação (UQAM); Especialista em Administração Tributária (UCSAL); Bacharel em Direito (UFBA); Bacharel em Ciências Contábeis (UFBA); Licenciado em Administração (UNEB); Tecnólogo em Administração Hoteleira (CENTEC); site: ; e-mail: lcsantos@superig.com.br Saliente-se que a elaboração do resumo somente ocorre depois da construção dos elementos textuais. Trata-se de um elemento obrigatório, constituído de frases concisas, objetivas, afirmativas e com a seguinte sequência: objetivo do estudo; metodologia utilizada; resultados alcançados e conclusão, em um único parágrafo. Isto requer do (a) pesquisador (a) ou iniciante na investigação científica “poder de síntese”, pois segundo a alínea “b” da seção ternária 3.3.5 da citada NBR, a extensão do resumo deve situar-se entre 100 e 250 palavras, excluídas da contagem os artigos, preposições e conjunções. Elaborado o resumo, logo abaixo deste, seguem-se as Palavras-chave, acrescidas de dois pontos (:), separadas entre si por ponto (.) e finalizadas também por ponto (.). Recomenda-se que a quantidade de palavras não exceda a 5 (cinco); que sejam realmente palavras nucleares, as quais perpassam o relatório da pesquisa (artigo, monografia, dissertação, tese etc.); que estejam estritamente ligadas ao objeto investigado. O texto do resumo, deve ser escrito na voz ativa e na terceira pessoa do singular, desprezando-se símbolos e contrações que não sejam de uso corrente, bem assim devem ser evitadas fórmulas, equações, diagramas etc., os quais não sejam absolutamente necessários; “[...] quando o seu emprego for imprescindível, defini-los na primeira vez que aparecerem” (ABNT, NBR 6028, 2003, p. 2). Finalmente, lembre-se que no artigo técnico-científico, o resumo na língua estrangeira é um elemento pós-textuais obrigatório, conforme prevê o subitem 6.3.2 da NBR 6022/2003, porém, em alguns periódicos, inexplicavelmente, este resumo está arrolado logo após o resumo na língua do texto. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028 – informação e documentação – resumo – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ______. NBR 6022 – informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. SANTOS, Luiz Carlos dos Santos. Tópicos sobre metodologia da pesquisa científica [...]. Salvador: Quarteto, 2007. ______. Artigos técnico-científicos e texto de opinião. Salvador: EDUNEB, 2004.
314 dia atrás
groups
316 dia atrás
groups
316 dia atrás
profile
Luiz Carlos dos Santos ¹ Professor Pleno do Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus I, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano (UNIFACS); Doutor em Ciências Empresarias (UMSA); Mestre em Educação (UQAM); Especialista em Administração Tributária (UCSAL); Bacharel em Direito (UFBA); Bacharel em Ciências Contábeis; Licenciado em Administração (UNEB); Tecnólogo em Administração Hoteleira (CENTEC); site: <www.lcsantos.pro.br>; e-mail: lcsantos@superig.com.br
321 dia atrás
profile
Luiz Carlos dos Santos REDAÇÃO DO CAPÍTULO “APRESENTAÇÃO, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS” DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO” Este capítulo, seção ou parte de um artigo técnico-científico é pertinente para os estudos que envolvem pesquisa de campo ou empírica, ou seja, quando o pesquisador ou iniciante na pesquisa levantou a percepção de determinado (s) público (s) alvo (s), por meio de instrumentos ou técnicas de coleta de dados, a exemplo de formulário, questionário, entrevista, observação, entre outros. Saliente-se, de pronto, que neste caso, a metodologia não fará parte da Introdução, toda a trilha metodológica deverá estar detalhada em capítulo, seção ou parte -próprio/específico -, onde se descreve desde o método utilizado ao tratamento quantitativo e/ou qualitativo aplicado. De acordo com Vieira (2009), a pesquisa quantitativa, refere-se as informações de natureza numérica. O pesquisador busca classificar, ordenar ou medir as variáveis para apresentar estatísticas,
325 dia atrás
activitycomment.note
Luiz Carlos dos Santos REDAÇÃO DO CAPÍTULO “APRESENTAÇÃO, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS” DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO” Este capítulo, seção ou parte de um artigo técnico-científico é pertinente para os estudos que envolvem pesquisa de campo ou empírica, ou seja, quando o pesquisador ou iniciante na pesquisa levantou a percepção de determinado (s) público (s) alvo (s), por meio de instrumentos ou técnicas de coleta de dados, a exemplo de formulário, questionário, entrevista, observação, entre outros. Saliente-se, de pronto, que neste caso, a metodologia não fará parte da Introdução, toda a trilha metodológica deverá estar detalhada em capítulo, seção ou parte -próprio/específico -, onde se descreve desde o método utilizado ao tratamento quantitativo e/ou qualitativo aplicado. De acordo com Vieira (2009), a pesquisa quantitativa, refere-se as informações de natureza numérica. O pesquisador busca classificar, ordenar ou medir as variáveis para apresentar estatísticas, comparar grupos ou estabelecer associações. Enquanto que a pesquisa qualitativa compreende um conjunto de diferentes técnicas interpretativas (análise de conteúdo, análise de narrativa, análise do discurso, etnografia, pesquisa-ação, entre outras), que visam a descrever e a decodificar os componentes de um sistema complexo de significados; ou seja, tem por objetivo traduzir e expressar o sentido dos fenômenos do mundo social; trata-se de reduzir a distância entre indicador e indicado, entre teoria e dados, dentre contexto e ação. Quando o trabalho de investigação científica requerer o tratamento e análise estatística dos dados coletados, esta tarefa pode ser realizada pelo próprio pesquisador ou atribuída a um especialista (o estatístico). Não resta dúvida de que a representação visual por meio de diagramas, gráficos, tabelas vai facilitar a compreensão dos dados colhidos e ampliar as possibilidades de correlação e compreensão, facilitando o processo de análise e interpretação. Na realidade, a etapa de que trata o parágrafo precedente é muito complexa; o pesquisador deve estar atento para não tomar dos dados como verdades absolutas, envolvendo-se demais com as técnicas, perdendo o referencial teórico e o significado próprio da investigação. Em outras palavras, o capítulo, seção ou parte em foco traz ao leitor ilustrações em formato de tabelas, gráficos, diagramas, fragmentos de depoimentos, extraídos dos instrumentos aplicados, os quais levaram em conta os pressupostos investigativos e o lastro teórico que abarca o objeto investigado, com análise e interpretação de cada informação gerada. Enfim, segundo Best (1972, p. 152), manipulados os dados e obtidos os resultados, a análise e interpretação dos mesmos, constituindo-se ambas no núcleo central da pesquisa “representa a aplicação lógica dedutiva e indutiva do processo de investigação”. A relevância dos dados está não si mesmos, mas em proporcionarem elucidação do problema da pesquisa e ao alcance dos objetivos da investigação, no caso em tela, de um artigo técnico-científico. REFERÊNCIAS BEST, J. W. Como investigar em educación. 2. Ed. Madrid: Morata, 1972. VIEIRA, S. Como elaborar questionários. São Paulo: Atlas, 2009. SANTOS. L. C. Tópicos sobre Metodologia [...]. Salvador: Quarteto, 2007. ______. Artigos técnico-científicos e textos de opinião. Salvador: EDUNEB, 2005.
325 dia atrás
activitycomment.note
Luiz Carlos dos Santos REDAÇÃO DO TEXTO DA “CONCLUSÃO” DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO Finalizando as partes textuais de um artigo técnico-científico, apresenta-se a sugestão para a elaboração da “conclusão”; termo correto conforme preconiza a alínea “c” do subitem 5.3 da Norma Brasileira de Regulação (NBR) nº 6222, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em vigência desde maio de 2003. Portanto, utilizando-se “Considerações Finais” o autor do artigo está infringindo a referida norma. Em muitos trabalhos acadêmicos, inclusive dissertação (mestrado) e tese (doutorado), o graduando ou pós-graduando encerra a sua produção acadêmica dedicando apenas uma ou duas folhas para a “Conclusão”. É como se ele (a) tivesse “nadado muito e morresse na praia”. Cabe frisar que esse comportamento é absurdamente inexplicável, pois na “Conclusão” o (a) autor (a) irá fechar seu trabalho resgatando aspectos relevantes para a explicar porque elucidou a problemática da investigação científica, como chegou ao alcance dos objetivos e, se comprovou ou refutou as hipóteses de pesquisa. É também na “Conclusão” o momento do pesquisador ou iniciante na pesquisa manifestar seu ponto de vista, no sentido macro, em relação ao objeto investigado, bem assim a apresentação das recomendações. A propósito, cabe citar o que Gil (1999, p.190) assevera: [...] devem derivar naturalmente da interpretação dos dados. Para bem servir às suas finalidades devem ser breves, mas suficientes para representar a súmula em que os argumentos, conceitos, fatos, hipóteses, teorias, modelos se unem e se completam. Sugere-se que ao iniciar a redação da “Conclusão”, o (a) autor (a) faça o resgate ou retrospectiva (sinopse) do núcleo de cada capítulo, seção ou parte, inclusive da análise e interpretação dos principais dados colhidos. Significa redigir um ou dois parágrafos, usando o verbo no passado para cada seção, a exemplo de: verificou-se que [...]; constatou-se que [...]; averiguou-se que [...]; verificou-se que [...]; evidenciou-se que [...] etc., de forma a perpassar todo o referencial teórico e os principais achados empíricos (pesquisa de campo). Terminado o supramencionado resgate, cabe, então, sintetizar o porquê da elucidação/desnudação do problema da pesquisa; bem assim se as hipóteses foram comprovadas ou refutadas. Em seguida, de forma objetiva, o (a) pesquisador (a) explicita o porquê do alcance dos objetivos, fixados na Introdução. Dando prosseguimento, é a vez do registro do posicionamento crítico do (a) autor (a) ante à temática investigada para, finalmente arrolar as recomendações. Tudo isso, com o mesmo cuidado que vem dedicando à redação das demais partes do texto do artigo – clareza, concisão, precisão, objetividade, evitando jargões, lapsos gramaticais de quaisquer ordens. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas em pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. SANTOS, Luiz Carlos dos. Tópicos sobre Metodologia da pesquisa científica [...]. Salvador: Quarteto, 2007. ______. Artigos técnicos-científicos e textos de opinião. Salvador: EDUNEB, 2004.
325 dia atrás
activitycomment.note
Luiz Carlos dos Santos A REDAÇÃO DO TEXTO DO “DESENVOLVIMENTO” DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO Na seção “Blog”, do sítio eletrônico (www.lcsantos.pro.br), postou-se, em 18/08/2016, o texto sobre “como redigir a redação de uma produção técnico-científica”, para fins de publicação em periódico, a qual serve também para envio de material para publicação em anais de eventos científicos ou mesmo Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), em quaisquer de suas modalidades. Dando continuidade à redação da segunda parte textual, de uma produção técnico-científica – desenvolvimento -, como prevê a Norma Brasileira de Regulação (NBR) 6022, de 2003, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em plena vigência, bem assim a NBR 14724 (2011, p. 5), o desenvolvimento “é a parte que detalha a pesquisa ou estudo realizado” (ABNT, 2011, p. 8). Significa dizer que o desenvolvimento ou corpo do trabalho é o referencial teórico, também conhecido como marco referencial teórico, ou ainda, revisão de literatura/fundamentação teórica, o qual dá sustentação aos pressupostos investigativos do estudo. Assim, o pesquisador, graduando ou pós-graduando, depois de ler, entre 10 e 15 literaturas, acerca da temática, abrangendo: livros, periódicos (revistas), anais (de eventos técnico-científicos), monografias, dissertações, teses, legislação, entre outras fontes, terá condições de estruturar os capítulos, seções ou partes do corpo do seu trabalho, de forma hierarquizada – partindo do mais geral para o mais específico. Enquanto maneira de checar se os capítulos, seções ou partes são suficientes para lastrear teoricamente o estudo, deve-se observar se os objetivos (geral e específicos) estão cobertos pela literatura e, principalmente, se esta vai ao encontro da elucidação do enunciado do problema e se confirma (m) a (as) hipótese (s), caso a pesquisa estabeleça. As citações (diretas, indiretas ou citação de citação) de expoentes da área, bem assim da legislação, se for o caso, são essenciais, para que o (a) autor (a) do artigo imprima cientificidade à produção, desde que as mesmas estejam comentadas e interpretadas à luz do objeto em estudo. Significa dizer que não se pode arrolar várias citações, uma após a outra, sem inferências ao caso em concreto. Sabe-se que, dificilmente, há imparcialidade no ser humano. Todavia, tratando-se de uma produção acadêmica está deverá refletir a realidade dos fenômenos, fatos ou ocorrências. Portanto, o pesquisador e/ou iniciante na investigação científica deverá ser ético; não há lugar para os achismos. Se houver contraponto ou corrente contrária à linha de sustentação do objeto estudado, faz-se necessário que este (a) seja trazido (a) ao texto. Isto não maculará o estudo, muito pelo contrário, ganhará ponto positivo no tratamento científico. Finalmente, quanto aos estilos da língua culta, de igual modo à Introdução, a redação do texto dos capítulos, seções ou partes deverá ser concisa, clara, objetiva, precisa, sem adjetivações, equívocos gramaticais e descontinuidades das ideias. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724 – informação e documentos – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. ______. NBR 6022 – informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. SANTOS, Luiz Carlos dos Santos. Tópicos sobre metodologia da pesquisa científica [...]. Salvador: Quarteto, 2007. ______. Artigos técnico-científicos e texto de opinião. Salvador: EDUNEB, 2004.
327 dia atrás
activitycomment.note
Luiz Carlos dos Santos ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO: COMO ELABORAR O TEXTO DA INTRODUÇÃO. Luiz Carlos dos Santos Já há escritos neste sítio eletrônico acerca da matéria em epígrafe. Todavia, em função da recorrência de demanda, advinda de graduandos e pós-graduandos, de como se produz o texto da mencionada introdução, apresenta-se o que deve conter e qual a sequência dos elementos na construção dessa parte importantíssima do artigo, o qual objetiva à publicação em periódicos, ou mesmo na elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), na referida modalidade. Em primeiro lugar, o pesquisador iniciante deve se conscientizar que veicular uma produção de cunho acadêmico carece de cuidado com os estilos da língua culta. Os leitores e/ou examinadores são exigentes (e devem); o texto deve ser claro, conciso, preciso, objetivo, concatenado, sem equívocos gramaticais – uma escrita digna do nível da Academia. A introdução deve iniciar-se com uma visão panorâmica da temática tratada, portanto, apenas aspectos gerais do objeto sob investigação, sem aprofundamento, na medida em que, a verticalização do assunto ocorrerá nos capítulos, partes, ou seções do corpo do trabalho – o referencial teórico. Descortinada, panoramicamente, o objeto/tema da investigação científica, incluindo título e subtítulo, segue-se a sua problematização, sem descontinuidade do texto. Cabe registrar que o problema da pesquisa não se resume ao seu enunciado. Significa dizer que é imprescindível contextualizar a problemática – a explicitação/delimitação no tempo e no espaço. Dando prosseguimento à produção, coloca-se um gancho textual para o registro da (s) hipótese (s) de pesquisa (se houver), sinalizando para a busca de solução do problema levantado. Em não havendo hipótese (s), entra-se com o objetivo geral do estudo, iniciando com o verbo no infinitivo – o alcance da pesquisa, seguido dos objetivos específicos (o desdobramento do objetivo geral), também, iniciando-se com o verbo no infinitivo. Estes devem estar plena conexão com o alcance maior da investigação, sempre começando com as operações menos, para as operações mais complexas. Continuando a redação da introdução, o pesquisador ou iniciante na pesquisa coloca a justificativa do estudo nas três dimensões: científica, social e pessoal. A primeira refere-se à possível contribuição no campo do conhecimento específico, podendo resultar em fontes para futuras investigações, tangenciando outros aspectos/focos da problemática. A acepção social deve ser realçada pelos princípios da importância, relevância, oportunidade da pesquisa, para a organização, administração pública e/ou para a sociedade como um todo, a depender do objeto que fora elucidado/desnudado. Finalmente, a dimensão pessoal diz respeito a motivação que levou o pesquisador ao trabalho científico. Frise-se que alguns autores recomendam o assentamento da justificativa antes dos objetivos. Isso é uma questão de opção. Não havendo pesquisa de campo, a metodologia (conjunto de métodos, técnicas e procedimentos) pode ser detalhada na Introdução. Significar indicar: método utilizado: tipologia quanto aos objetivos do estudo; fontes de pesquisa; abordagem empreendida, dentre outros aspectos. Caso o estudo tenha se valido, também, da pesquisa de campo, exclui-se da introdução os procedimentos metodológicos, abrindo-se um capítulo à parte, no qual o pesquisador detalhará a trilha metodológica, incluindo-se: universo; amostra; critério amostral; instrumentos ou técnicas de coleta de dados, tratamento estatístico utilizado, entre outros elementos. Encerra-se a redação da introdução, fazendo uma sinopse capitular sobre o núcleo de cada seção. Desse modo, o leitor/examinador tem as informações gerais acerca da temática, os pressupostos investigativos, a operacionalização do estudo e de quantas partes compõe o artigo, enfatizando o cerne tratado em cada uma destas. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022- informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. SANTOS, Luiz Carlos dos Santos. Tópicos sobre metodologia da pesquisa [...]. Salvador: Quarteto, 2007.
328 dia atrás
groups
Alexsandro Rosa Soares iniciou uma nova discussão, Falta coletiva no grupo Registro Acadêmico
Companheiros e companheiras, Existe alguma legislação que trata de falta coletiva? O docente pode lançar nota? E lançar conteúdo como dado? Desde j ...
436 dia atrás
activitycomment.note
Claiton Muriel Cardoso Último Resumo da Semana gravado
502 dia atrás
activitycomment.url
Sem imagem
LEGISLE de Administração Universitária
502 dia atrás
profile
Luiz Carlos dos Santos Será lançado amanhã (17/12/2015), às 17 horas, na Reitoria da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), o livro intitulado "Políticas e Gestão Públicas no século XXI: perspectivas, estratégias e desafios". Organizado pelos Professores Doutores - Luiz Carlos dos Santos, Leliana dos Santos Sousa e Ana Maria Ferreira Menezes, o referido livro contém textos de diversos pesquisadores, docentes e egressos da pós-graduação de diversas IES, agrupados em dois blocos - "Políticas Públicas" e "Gestão Pública". O selo é da Editora da Universidade do Estado da Bahia (EdUNEB), filiada à Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU). A obra pode ser adquirida nas livrarias da EdUNEB. Mais informações - (71) 3117-5342 ou Portal da UNEB.
584 dia atrás
profile
Luiz Carlos dos Santos Será lançado amanhã (17/12/2015), às 17 horas, na Reitoria da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), o livro intitulado "Políticas e Gestão Públicas no século XXI: perspectivas, estratégias e desafios". Organizado pelos Professores Doutores - Luiz Carlos dos Santos, Leliana dos Santos Sousa e Ana Maria Ferreira Menezes, o referido livro contém textos de diversos pesquisadores, docentes e egressos da pós-graduação de diversas IES, agrupados em dois blocos - "Políticas Públicas" e "Gestão Públicas". O selo é da Editora da Universidade do Estado da Bahia (EdUNEB), filiada à Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU). A obra pode ser adquirida nas livrarias da EdUNEB. Mais informações - (71) 3117-5342 ou Portal da UNEB.
584 dia atrás
activitycomment.note
599 dia atrás
activitycomment.note
Bruno Thiago Franco e Fraga Você conhece o Docência na Saúde? Capacite os docentes da sua IES em um programa personalizado e In Company. Acesse: http://docencianasaude.com.br/
599 dia atrás
activitycomment.note
Abigail França Ribeiro Bom estar de volta à Rede Mebox. Difícil é ouvir que haverá mudança de Ministro da Educação!!!
1279 dia atrás

Artigos publicados na Revista

Nenhum artigo criado.

Comentários e marcações de fotos

Igor Soares Simões Nenhum álbum ainda
    Nenhuma marcação de fotos ainda

Copyright © 2013 REDEMEBOX - Todos os direitos reservados

eXTReMe Tracker