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Luiz Carlos dos Santos A REDAÇÃO DO RESUMO DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO PARA PUBLICAÇÃO Luiz Carlos dos Santos¹ Antecedendo o texto anterior, postado neste site (www.lcsantos.pro.br), em 05/09/2016, tem-se uma sequência de redação (sugestão) dos elementos textuais de um artigo técnico-científico - introdução, desenvolvimento e conclusão, em estreita obediência ao que preconiza a Norma Brasileira de Regulação (NBR) 6022, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em vigência desde maio de 2003. Cabe ressaltar que, também, fora postada sugestão relativa à redação da “apresentação, análise e interpretação dos resultados”, para as investigações científicas, na modalidade artigo técnico-científico, cujo percurso metodológico abrangeu pesquisa de campo, a partir de instrumentos ou técnicas de coleta de dados, exemplo de questionário, formulário, entrevista, observação, entre outros. Desse modo, o desenvolvimento do artigo, distribuído em capítulos, seções ou partes, tratando-se do suporte teórico necessário à elucidação do problema da pesquisa e demais pressupostos investigativos, é seguido de seção específica, com os resultados colhidos na parte empírica, a partir de tabelas, gráficos, diagramas, dentre outros elementos, devidamente analisados e interpretados, tendo como referência o objeto sob investigação. Neste escrito (sugestão), traz-se a “Redação do Resumo na Língua do texto”, elemento pré-textual, de acordo com a alínea “c” do subitem 5.1 da supramencionada NBR, frisando, de pronto, que o pesquisador (a) ou iniciante na pesquisa, para elaboração do mencionado resumo, deverá valer-se da NBR 6028/2003, dispositivo específico, o qual estabelece os requisitos inerentes ao elemento pré-textual, em tela. _______________. ¹ Professor Pleno do Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus I, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano (UNIFACS); Doutor em Ciências Empresarias (UMSA); Mestre em Educação (UQAM); Especialista em Administração Tributária (UCSAL); Bacharel em Direito (UFBA); Bacharel em Ciências Contábeis (UFBA); Licenciado em Administração (UNEB); Tecnólogo em Administração Hoteleira (CENTEC); site: ; e-mail: lcsantos@superig.com.br Saliente-se que a elaboração do resumo somente ocorre depois da construção dos elementos textuais. Trata-se de um elemento obrigatório, constituído de frases concisas, objetivas, afirmativas e com a seguinte sequência: objetivo do estudo; metodologia utilizada; resultados alcançados e conclusão, em um único parágrafo. Isto requer do (a) pesquisador (a) ou iniciante na investigação científica “poder de síntese”, pois segundo a alínea “b” da seção ternária 3.3.5 da citada NBR, a extensão do resumo deve situar-se entre 100 e 250 palavras, excluídas da contagem os artigos, preposições e conjunções. Elaborado o resumo, logo abaixo deste, seguem-se as Palavras-chave, acrescidas de dois pontos (:), separadas entre si por ponto (.) e finalizadas também por ponto (.). Recomenda-se que a quantidade de palavras não exceda a 5 (cinco); que sejam realmente palavras nucleares, as quais perpassam o relatório da pesquisa (artigo, monografia, dissertação, tese etc.); que estejam estritamente ligadas ao objeto investigado. O texto do resumo, deve ser escrito na voz ativa e na terceira pessoa do singular, desprezando-se símbolos e contrações que não sejam de uso corrente, bem assim devem ser evitadas fórmulas, equações, diagramas etc., os quais não sejam absolutamente necessários; “[...] quando o seu emprego for imprescindível, defini-los na primeira vez que aparecerem” (ABNT, NBR 6028, 2003, p. 2). Finalmente, lembre-se que no artigo técnico-científico, o resumo na língua estrangeira é um elemento pós-textuais obrigatório, conforme prevê o subitem 6.3.2 da NBR 6022/2003, porém, em alguns periódicos, inexplicavelmente, este resumo está arrolado logo após o resumo na língua do texto. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028 – informação e documentação – resumo – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ______. NBR 6022 – informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. SANTOS, Luiz Carlos dos Santos. Tópicos sobre metodologia da pesquisa científica [...]. Salvador: Quarteto, 2007. ______. Artigos técnico-científicos e texto de opinião. Salvador: EDUNEB, 2004.
16 dia atrás
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18 dia atrás
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18 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos ¹ Professor Pleno do Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus I, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano (UNIFACS); Doutor em Ciências Empresarias (UMSA); Mestre em Educação (UQAM); Especialista em Administração Tributária (UCSAL); Bacharel em Direito (UFBA); Bacharel em Ciências Contábeis; Licenciado em Administração (UNEB); Tecnólogo em Administração Hoteleira (CENTEC); site: <www.lcsantos.pro.br>; e-mail: lcsantos@superig.com.br
23 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos REDAÇÃO DO CAPÍTULO “APRESENTAÇÃO, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS” DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO” Este capítulo, seção ou parte de um artigo técnico-científico é pertinente para os estudos que envolvem pesquisa de campo ou empírica, ou seja, quando o pesquisador ou iniciante na pesquisa levantou a percepção de determinado (s) público (s) alvo (s), por meio de instrumentos ou técnicas de coleta de dados, a exemplo de formulário, questionário, entrevista, observação, entre outros. Saliente-se, de pronto, que neste caso, a metodologia não fará parte da Introdução, toda a trilha metodológica deverá estar detalhada em capítulo, seção ou parte -próprio/específico -, onde se descreve desde o método utilizado ao tratamento quantitativo e/ou qualitativo aplicado. De acordo com Vieira (2009), a pesquisa quantitativa, refere-se as informações de natureza numérica. O pesquisador busca classificar, ordenar ou medir as variáveis para apresentar estatísticas,
27 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos REDAÇÃO DO CAPÍTULO “APRESENTAÇÃO, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS” DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO” Este capítulo, seção ou parte de um artigo técnico-científico é pertinente para os estudos que envolvem pesquisa de campo ou empírica, ou seja, quando o pesquisador ou iniciante na pesquisa levantou a percepção de determinado (s) público (s) alvo (s), por meio de instrumentos ou técnicas de coleta de dados, a exemplo de formulário, questionário, entrevista, observação, entre outros. Saliente-se, de pronto, que neste caso, a metodologia não fará parte da Introdução, toda a trilha metodológica deverá estar detalhada em capítulo, seção ou parte -próprio/específico -, onde se descreve desde o método utilizado ao tratamento quantitativo e/ou qualitativo aplicado. De acordo com Vieira (2009), a pesquisa quantitativa, refere-se as informações de natureza numérica. O pesquisador busca classificar, ordenar ou medir as variáveis para apresentar estatísticas, comparar grupos ou estabelecer associações. Enquanto que a pesquisa qualitativa compreende um conjunto de diferentes técnicas interpretativas (análise de conteúdo, análise de narrativa, análise do discurso, etnografia, pesquisa-ação, entre outras), que visam a descrever e a decodificar os componentes de um sistema complexo de significados; ou seja, tem por objetivo traduzir e expressar o sentido dos fenômenos do mundo social; trata-se de reduzir a distância entre indicador e indicado, entre teoria e dados, dentre contexto e ação. Quando o trabalho de investigação científica requerer o tratamento e análise estatística dos dados coletados, esta tarefa pode ser realizada pelo próprio pesquisador ou atribuída a um especialista (o estatístico). Não resta dúvida de que a representação visual por meio de diagramas, gráficos, tabelas vai facilitar a compreensão dos dados colhidos e ampliar as possibilidades de correlação e compreensão, facilitando o processo de análise e interpretação. Na realidade, a etapa de que trata o parágrafo precedente é muito complexa; o pesquisador deve estar atento para não tomar dos dados como verdades absolutas, envolvendo-se demais com as técnicas, perdendo o referencial teórico e o significado próprio da investigação. Em outras palavras, o capítulo, seção ou parte em foco traz ao leitor ilustrações em formato de tabelas, gráficos, diagramas, fragmentos de depoimentos, extraídos dos instrumentos aplicados, os quais levaram em conta os pressupostos investigativos e o lastro teórico que abarca o objeto investigado, com análise e interpretação de cada informação gerada. Enfim, segundo Best (1972, p. 152), manipulados os dados e obtidos os resultados, a análise e interpretação dos mesmos, constituindo-se ambas no núcleo central da pesquisa “representa a aplicação lógica dedutiva e indutiva do processo de investigação”. A relevância dos dados está não si mesmos, mas em proporcionarem elucidação do problema da pesquisa e ao alcance dos objetivos da investigação, no caso em tela, de um artigo técnico-científico. REFERÊNCIAS BEST, J. W. Como investigar em educación. 2. Ed. Madrid: Morata, 1972. VIEIRA, S. Como elaborar questionários. São Paulo: Atlas, 2009. SANTOS. L. C. Tópicos sobre Metodologia [...]. Salvador: Quarteto, 2007. ______. Artigos técnico-científicos e textos de opinião. Salvador: EDUNEB, 2005.
27 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos REDAÇÃO DO TEXTO DA “CONCLUSÃO” DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO Finalizando as partes textuais de um artigo técnico-científico, apresenta-se a sugestão para a elaboração da “conclusão”; termo correto conforme preconiza a alínea “c” do subitem 5.3 da Norma Brasileira de Regulação (NBR) nº 6222, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em vigência desde maio de 2003. Portanto, utilizando-se “Considerações Finais” o autor do artigo está infringindo a referida norma. Em muitos trabalhos acadêmicos, inclusive dissertação (mestrado) e tese (doutorado), o graduando ou pós-graduando encerra a sua produção acadêmica dedicando apenas uma ou duas folhas para a “Conclusão”. É como se ele (a) tivesse “nadado muito e morresse na praia”. Cabe frisar que esse comportamento é absurdamente inexplicável, pois na “Conclusão” o (a) autor (a) irá fechar seu trabalho resgatando aspectos relevantes para a explicar porque elucidou a problemática da investigação científica, como chegou ao alcance dos objetivos e, se comprovou ou refutou as hipóteses de pesquisa. É também na “Conclusão” o momento do pesquisador ou iniciante na pesquisa manifestar seu ponto de vista, no sentido macro, em relação ao objeto investigado, bem assim a apresentação das recomendações. A propósito, cabe citar o que Gil (1999, p.190) assevera: [...] devem derivar naturalmente da interpretação dos dados. Para bem servir às suas finalidades devem ser breves, mas suficientes para representar a súmula em que os argumentos, conceitos, fatos, hipóteses, teorias, modelos se unem e se completam. Sugere-se que ao iniciar a redação da “Conclusão”, o (a) autor (a) faça o resgate ou retrospectiva (sinopse) do núcleo de cada capítulo, seção ou parte, inclusive da análise e interpretação dos principais dados colhidos. Significa redigir um ou dois parágrafos, usando o verbo no passado para cada seção, a exemplo de: verificou-se que [...]; constatou-se que [...]; averiguou-se que [...]; verificou-se que [...]; evidenciou-se que [...] etc., de forma a perpassar todo o referencial teórico e os principais achados empíricos (pesquisa de campo). Terminado o supramencionado resgate, cabe, então, sintetizar o porquê da elucidação/desnudação do problema da pesquisa; bem assim se as hipóteses foram comprovadas ou refutadas. Em seguida, de forma objetiva, o (a) pesquisador (a) explicita o porquê do alcance dos objetivos, fixados na Introdução. Dando prosseguimento, é a vez do registro do posicionamento crítico do (a) autor (a) ante à temática investigada para, finalmente arrolar as recomendações. Tudo isso, com o mesmo cuidado que vem dedicando à redação das demais partes do texto do artigo – clareza, concisão, precisão, objetividade, evitando jargões, lapsos gramaticais de quaisquer ordens. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas em pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. SANTOS, Luiz Carlos dos. Tópicos sobre Metodologia da pesquisa científica [...]. Salvador: Quarteto, 2007. ______. Artigos técnicos-científicos e textos de opinião. Salvador: EDUNEB, 2004.
27 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos A REDAÇÃO DO TEXTO DO “DESENVOLVIMENTO” DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO Na seção “Blog”, do sítio eletrônico (www.lcsantos.pro.br), postou-se, em 18/08/2016, o texto sobre “como redigir a redação de uma produção técnico-científica”, para fins de publicação em periódico, a qual serve também para envio de material para publicação em anais de eventos científicos ou mesmo Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), em quaisquer de suas modalidades. Dando continuidade à redação da segunda parte textual, de uma produção técnico-científica – desenvolvimento -, como prevê a Norma Brasileira de Regulação (NBR) 6022, de 2003, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em plena vigência, bem assim a NBR 14724 (2011, p. 5), o desenvolvimento “é a parte que detalha a pesquisa ou estudo realizado” (ABNT, 2011, p. 8). Significa dizer que o desenvolvimento ou corpo do trabalho é o referencial teórico, também conhecido como marco referencial teórico, ou ainda, revisão de literatura/fundamentação teórica, o qual dá sustentação aos pressupostos investigativos do estudo. Assim, o pesquisador, graduando ou pós-graduando, depois de ler, entre 10 e 15 literaturas, acerca da temática, abrangendo: livros, periódicos (revistas), anais (de eventos técnico-científicos), monografias, dissertações, teses, legislação, entre outras fontes, terá condições de estruturar os capítulos, seções ou partes do corpo do seu trabalho, de forma hierarquizada – partindo do mais geral para o mais específico. Enquanto maneira de checar se os capítulos, seções ou partes são suficientes para lastrear teoricamente o estudo, deve-se observar se os objetivos (geral e específicos) estão cobertos pela literatura e, principalmente, se esta vai ao encontro da elucidação do enunciado do problema e se confirma (m) a (as) hipótese (s), caso a pesquisa estabeleça. As citações (diretas, indiretas ou citação de citação) de expoentes da área, bem assim da legislação, se for o caso, são essenciais, para que o (a) autor (a) do artigo imprima cientificidade à produção, desde que as mesmas estejam comentadas e interpretadas à luz do objeto em estudo. Significa dizer que não se pode arrolar várias citações, uma após a outra, sem inferências ao caso em concreto. Sabe-se que, dificilmente, há imparcialidade no ser humano. Todavia, tratando-se de uma produção acadêmica está deverá refletir a realidade dos fenômenos, fatos ou ocorrências. Portanto, o pesquisador e/ou iniciante na investigação científica deverá ser ético; não há lugar para os achismos. Se houver contraponto ou corrente contrária à linha de sustentação do objeto estudado, faz-se necessário que este (a) seja trazido (a) ao texto. Isto não maculará o estudo, muito pelo contrário, ganhará ponto positivo no tratamento científico. Finalmente, quanto aos estilos da língua culta, de igual modo à Introdução, a redação do texto dos capítulos, seções ou partes deverá ser concisa, clara, objetiva, precisa, sem adjetivações, equívocos gramaticais e descontinuidades das ideias. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724 – informação e documentos – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. ______. NBR 6022 – informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. SANTOS, Luiz Carlos dos Santos. Tópicos sobre metodologia da pesquisa científica [...]. Salvador: Quarteto, 2007. ______. Artigos técnico-científicos e texto de opinião. Salvador: EDUNEB, 2004.
29 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO: COMO ELABORAR O TEXTO DA INTRODUÇÃO. Luiz Carlos dos Santos Já há escritos neste sítio eletrônico acerca da matéria em epígrafe. Todavia, em função da recorrência de demanda, advinda de graduandos e pós-graduandos, de como se produz o texto da mencionada introdução, apresenta-se o que deve conter e qual a sequência dos elementos na construção dessa parte importantíssima do artigo, o qual objetiva à publicação em periódicos, ou mesmo na elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), na referida modalidade. Em primeiro lugar, o pesquisador iniciante deve se conscientizar que veicular uma produção de cunho acadêmico carece de cuidado com os estilos da língua culta. Os leitores e/ou examinadores são exigentes (e devem); o texto deve ser claro, conciso, preciso, objetivo, concatenado, sem equívocos gramaticais – uma escrita digna do nível da Academia. A introdução deve iniciar-se com uma visão panorâmica da temática tratada, portanto, apenas aspectos gerais do objeto sob investigação, sem aprofundamento, na medida em que, a verticalização do assunto ocorrerá nos capítulos, partes, ou seções do corpo do trabalho – o referencial teórico. Descortinada, panoramicamente, o objeto/tema da investigação científica, incluindo título e subtítulo, segue-se a sua problematização, sem descontinuidade do texto. Cabe registrar que o problema da pesquisa não se resume ao seu enunciado. Significa dizer que é imprescindível contextualizar a problemática – a explicitação/delimitação no tempo e no espaço. Dando prosseguimento à produção, coloca-se um gancho textual para o registro da (s) hipótese (s) de pesquisa (se houver), sinalizando para a busca de solução do problema levantado. Em não havendo hipótese (s), entra-se com o objetivo geral do estudo, iniciando com o verbo no infinitivo – o alcance da pesquisa, seguido dos objetivos específicos (o desdobramento do objetivo geral), também, iniciando-se com o verbo no infinitivo. Estes devem estar plena conexão com o alcance maior da investigação, sempre começando com as operações menos, para as operações mais complexas. Continuando a redação da introdução, o pesquisador ou iniciante na pesquisa coloca a justificativa do estudo nas três dimensões: científica, social e pessoal. A primeira refere-se à possível contribuição no campo do conhecimento específico, podendo resultar em fontes para futuras investigações, tangenciando outros aspectos/focos da problemática. A acepção social deve ser realçada pelos princípios da importância, relevância, oportunidade da pesquisa, para a organização, administração pública e/ou para a sociedade como um todo, a depender do objeto que fora elucidado/desnudado. Finalmente, a dimensão pessoal diz respeito a motivação que levou o pesquisador ao trabalho científico. Frise-se que alguns autores recomendam o assentamento da justificativa antes dos objetivos. Isso é uma questão de opção. Não havendo pesquisa de campo, a metodologia (conjunto de métodos, técnicas e procedimentos) pode ser detalhada na Introdução. Significar indicar: método utilizado: tipologia quanto aos objetivos do estudo; fontes de pesquisa; abordagem empreendida, dentre outros aspectos. Caso o estudo tenha se valido, também, da pesquisa de campo, exclui-se da introdução os procedimentos metodológicos, abrindo-se um capítulo à parte, no qual o pesquisador detalhará a trilha metodológica, incluindo-se: universo; amostra; critério amostral; instrumentos ou técnicas de coleta de dados, tratamento estatístico utilizado, entre outros elementos. Encerra-se a redação da introdução, fazendo uma sinopse capitular sobre o núcleo de cada seção. Desse modo, o leitor/examinador tem as informações gerais acerca da temática, os pressupostos investigativos, a operacionalização do estudo e de quantas partes compõe o artigo, enfatizando o cerne tratado em cada uma destas. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022- informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. SANTOS, Luiz Carlos dos Santos. Tópicos sobre metodologia da pesquisa [...]. Salvador: Quarteto, 2007.
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138 dia atrás
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138 dia atrás
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